Município de São Desidério está abaixo do índice de infestação do Aedes agypti

Um Levantamento de Índice Rápido do Aedes agypti- LIRAa de São Desidério aponta que o município atingiu um índice satisfatório com uma média de 0,4% considerado muito baixo. Uma vez que o Ministério da Saúde preconiza baixa infestação do Aedes com índice abaixo de 1%.

A Secretaria Municipal de Saúde por meio da Vigilância em Saúde comemora os resultados e atribuem este fato às inúmeras ações que são realizadas em todo o município para combater ao Aedes aegypti “O LIRAa é um importante instrumento para aferir o índice de infestação, para os municípios acima de 2.000 imóveis. A vantagem dele é que podemos saber qual área de maior infestação e agir de acordo com o problema. Ele ainda permite descobrir com mais detalhes a situação do município e, também identificar quais os bairros mais críticos e quais depósitos de focos são predominantes na área”, destaca o coordenador de Endemias, Alessandro da Conceição.

Depois do levantamento pronto, os dados são divulgados para a população, que pode atuar de maneira integrada com as políticas do município, propondo alternativas para acabar com os focos do mosquito, e cuidando da sua residência. “Tivemos este resultado considerado satisfatório, mas não significa que vamos cruzar os braços, pelo contrário, vamos intensificar ainda mais nossas ações com visitas domiciliares por todo o município e fazendo orientações aos moradores sobre os cuidados com o descarte do lixo, reservatórios de água e ainda mais agora que o período chuvoso está chegando e assim banirmos de vez este mosquito da nossa cidade”, explica o coordenador.

No combate ao Aedes aegypti, o trabalho dos agentes é fundamental. Sem esses profissionais, nem mesmo haveria resultado. “É uma metodologia especial porque se trabalha em uma abordagem do território do município. Sem o trabalho dos agentes nós não conseguiríamos chegar tão longe”, frisou a diretora da Vigilância Sanitária Luzenir Alves.

“O LIRAa, consiste em uma amostragem larvária de Aedes aegypti em um município para obter a estimativa da infestação pelo vetor da dengue. Essa amostragem deve ser precedida de um mapeamento e estratificação dos imóveis do município em unidades territoriais homogêneas. É ferramenta fundamental para direcionamento e intensificação das ações antivetoriais, pois apresenta a magnitude e a distribuição da infestação por tipo de criadouro nas diferentes regiões do município”, detalhou a Referência do Núcleo Regional de Saúde- Barreiras, Carlos Sebastião.

Texto: Diego Souza
Fotos: Arquivo/ Vigilância em Saúde

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